Empresa ‘misteriosa’ recebe R$ 500 mil por ano de Erika Hilton, sob a alegação de que faz “segurança” para a deputada federal do PSL-SP.
A descoberta foi feita pelo internauta Engenheiro Leo e publicada em seu perfil no antigo twitter.
Segundo documentos obtidos, Hilton tem agora uma outra denúncia para responder, além de ter contratado maquiadores para seu gabinete, pagos com dinheiro público.
“Empresa misteriosa”
Leo mostrou documentos que a parlamentar está pagando para uma empresa chamada Mapinguari Segurança, mas cujo nome real é Mapi Consutoria.
Problema é que a empresa parece não existir. Tampouco, afirma Leo, tem registro na Polícia Federal para exercer a função de segurança armada.
Não tem sede, não tem site, não tem paradeiro. Mas a deputada paga R$ 43 mil mensais pelo serviço.
As notas emitidas pelo gabinete para efetuar os pagamentos, afirma Leo, são um tanto “aleatórias” e sem discriminação do serviço que a empresa presta.
“Afilhada” de Hilton em SP
E a coisa piora: a empresa só tem mais uma cliente política: a vereadora paulistana Amanda Paschoal (PSOL), uma trans afilhada de Hilton.
Só que em SP a empresa tem outra função: cuida das redes sociais e produção de audiovisual da vereadora.
Notem: uma empresa de segurança, que presta serviços de rede social, mas que não tem nem sequer site ou redes sociais.
Outro lado – deputada Hilton
“Cara deputada
Procurada por este jornalista, a deputada não respondeu às perguntas abaixo:
Sou jornalista e me deparei hoje com uma publicação no Twitter (segue link).
Fui atrás, para saber se não era fake news, e descobri que as informações estão corretas.
A deputada poderia comentar essa denúncia?
1 – Por que paga uma empresa de segurança que pertence a um membro do Greenpeace e essa empresa não tem registro na Polícia Federal?
2 – Qual a função da empresa no gabinete, uma vez que a Câmara já tem serviço de proteção?
3 – Por que essa mesma empresa de segurança, que não tem nem sequer redes sociais, presta serviço para uma vereadora “afilhada” política da deputada, só que em São Paulo ela se transforma em uma empresa de consultoria em redes sociais –sendo que no CNPJ não tem essa discriminação?
Aguardo
Ricardo Feltrin”
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